Mais sobre o artista em seu blog
Quinta-feira, Julho 09, 2009
Sexta-feira, Julho 03, 2009
PALESTRA DE ENCERRAMENTO DO SEMESTRE COM WILL CONRAD
Vilmar Conrado, mais conhecido como Will Conrad, nasceu em Belo Horizonte e começou a desenhar muito cedo, aos 4 anos. Começou a trabalhar profissionalmente com ilustrações para livros aos 18 anos e trabalha para o mercado americano de quadrinhos há 8 anos.
Entre os trabalhos que arte finalizou estão “Buffy”, “Angel”, “Scorpion King”, “Star Wars” e “Birds of Prey”, entre outros.Depois deste período, começou a assumir a arte de vários trabalhos e desde então tem trabalhado exclusivamente como desenhista principal para editoras como Marvel, DC Comics, Top Cow e Dark Horse.
Entre outros projetos, merecem destaque “Freshmen”, “Red Sonja”, “Elektra”, “Witches”, “Emma Frost”, “Teen Titans”, “Outsiders”, “Star Wars”, “Serenity”, “Conan” e “Kull”.

Will Conrad trabalhou exclusivamente dois anos para a Dark Horse, onde desenhou a minissérie “Serenity: Better Days”, série escrita por Joss Whedon e Brett Matthews, e que este ano concorre ao prestigiado prêmio Hugo Awards de melhor série de ficção.
Após finalizar a série “Kull”, seu projeto mais recente, Will Conrad está novamente na Marvel Comics como desenhista regular da série “Black Panther”, além de uma participação em “Dark Avengers”.´

Will Conrad é um dos artistas convidados do FIQ 2009, onde participará de palestras e de sessões de autógrafos durante o festival.
Acesse o website de Will Conrad: www.willconradart.com
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Quinta-feira, Julho 02, 2009
Quarta-feira, Julho 01, 2009
De limoeiro para o resto do mundo
O cearense José Edilbenes, ex-servente de pedreiro,
faz sucesso desenhando super-heróis para uma das
mais poderosas editoras de quadrinhos dos Estados Unidos
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Kalleo Coura
Montagem sobre fotos Drawlio Joca![]() |
| TODOS OS HERÓIS DE EDILBENES Para desenhar do Superman ao Batman, o desenhista, que não fala inglês, recebe os roteiros traduzidos |
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Em Limoeiro do Norte, no interior do Ceará, onde as carroças ainda disputam espaço com motos e bicicletas nas ruas, todos conhecem José Edilbenes Bezerra, de 36 anos, como "aquele que desenha". Desde os 18, quando deixou de fazer bicos em uma fábrica de filtros e de trabalhar como servente de pedreiro, ele passa até onze horas por dia, incluindo sábados e domingos, sentado numa escrivaninha com o lápis em punho. Mesmo sem entender inglês nem nunca ter saído do país, Edilbenes é contratado exclusivo da poderosa DC Comics, a segunda maior editora de quadrinhos dos Estados Unidos, detentora de títulos como Batman e Superman. Os quadrinhos que desenha raramente chegam a uma das três bancas de Limoeiro, mas ele não se incomoda com isso. "Aqui todos sabem o que eu faço. Vira e mexe vem um garoto me mostrar uma ilustração e pedir dicas", diz Ed Benes, apelido pelo qual é conhecido no exterior. O cearense não é o único brasileiro do ramo a fazer sucesso nos Estados Unidos. O número de artistas nacionais que emprestam seus traços às editoras de quadrinhos americanas triplicou nos últimos quatro anos. Atualmente, outros 150 desenhistas e coloristas trabalham nesse mercado. A maioria faz 22 páginas por mês, o equivalente ao tamanho de uma edição. Como recebem de 50 a 500 dólares por página desenhada, sua renda mensal varia de 1 100 a 11 000 dólares.
Os desenhistas brasileiros são parte de uma indústria que movimenta anualmente, só com a venda de publicações, 330 milhões de dólares nos Estados Unidos. Neste ano, dos dez quadrinhos mais vendidos por mês, dois foram desenhados por artistas nacionais. O traço brasileiro não agrada só ao público: faz sucesso também entre os críticos. Em 2008, o gaúcho Rafael Grampá e os gêmeos Fábio Moon e Gabriel Bá, de São Paulo, venceram o Eisner Awards, premiação americana que é considerada "o Oscar dos quadrinhos". A equipe, que inclui dois outros desenhistas estrangeiros, ganhou com uma série de histórias sem balões em que os personagens são os próprios desenhistas. "Depois do prêmio, ficou muito mais fácil discutir novos projetos com as editoras", conta Moon. Hoje, ele e o irmão trabalham juntos em projetos para duas editoras internacionais.
Alexandre Schneider![]() |
| GÊMEOS PREMIADOS Os paulistas Fábio e Gabriel, ganhadores do "Oscar dos quadrinhos", e dois de seus trabalhos publicados pela terceira maior editora americana |
O crescimento da participação de estrangeiros no mercado de quadrinhos americano (além dos brasileiros, também italianos e filipinos vêm ganhando espaço nele) deve-se principalmente à facilidade com que, graças à internet, as editoras identificam novos artistas e recebem deles os desenhos. Além disso, o preço de página de um iniciante estrangeiro é menor do que o de seu equivalente americano. "Enquanto um brasileiro que está começando cobra, no máximo, 75 dólares por página, um americano não trabalha por menos que isso", diz Joseph Rybandt, editor da Dynamite Entertainment. "Claro que, quando eles ficam mais renomados, o salário acaba se igualando", diz.
As agências especializadas, que se encarregam de fazer a ligação entre artistas e editoras, são outro elemento facilitador na contratação de estrangeiros pelos americanos. Segundo Chris Allo, coordenador de talentos da Marvel Comics, grande parte dos desenhistas brasileiros não fala inglês e, portanto, não entende os roteiros originais das histórias que ilustra. As agências é que se encarregam de fazer a tradução. Ed Benes usa esse tipo de serviço. Mas, quando tem de se comunicar com o intermediário que vende originais de seus trabalhos a fãs nos Estados Unidos (ao preço de até 10 000 dólares cada desenho), recorre ao tradutor automático do Google. Mensalmente, ele recebe da DC Comics em torno de 8 000 dólares, descontados os 18% que ficam com a agência. O dinheiro o tornou um dos moradores mais ricos de sua cidade. Difícil é gastá-lo, já que na pequena Limoeiro nem cinema tem. Para ver seus heróis na tela, o artista tem de viajar 200 quilômetros até Fortaleza.
Quando os primeiros desenhistas brasileiros começaram a ser contratados nos Estados Unidos, no fim da década de 80, os editores temeram que seus nomes soassem latinos demais para os ouvidos americanos. Ao sul-mato-grossense Marcelo Campos, por exemplo, sugeriram que assinasse "Marc Fields". "Não gostei, mas acabei topando assinar como Marc Campos", diz. Um dos pioneiros do mercado, ele foi desenhista dos mutantes do X-Men e do Homem de Ferro, entre outros personagens. Hoje, Marc voltou a ser Marcelo e abriu uma escola de desenho em São Paulo, para ensinar garotos que aspiram um dia dar vida ao Superman ou mostrar uma batalha entre o Homem-Aranha e o Duende Verde na Times Square – ainda que nunca tenham estado lá, como Ed Benes. Há algum tempo, o artista cearense foi convidado pela DC Comics para participar de uma convenção de quadrinhos em San Diego, na Califórnia. "Tudo pago, mas eu não quis ir. Nem passaporte eu tenho, e daria muito trabalho para tirar." Ed chegou a morar em São Paulo, mas não gostou da experiência. "Lá é um desassossego só. Não quero sair daqui, não." Nem precisa. De Limoeiro do Norte, seus desenhos já dão a volta ao mundo.
Sugestão: Prof. Jean Paulo
Colaboradores da Biblioteca
1. Alessandro de Melo Rocha
2. Biblioteca Pública Infantil e Juvenil de BH
3. Cleide Fernandes
4. Cristiano Seixas
5. Daniel Lima
6. Dorothy Seixas
7. Eduardo Bernardes
8. Eduardo Pansica
9. Erick Azevedo
10. Flávia Mello
11. José Illge
12. Leonardo Cuisse
13. Luiz Marcelo
14. Pedro Ivo
15. Rodney Buchemi
16. Rodrigo Pithon
17. Rommel
18. Ronaldo Pimentel
19. Sophia Cueto
20. Tayla Olandim
Terça-feira, Junho 30, 2009
SIANA
Arte + Ciência = Arte Digital
Particles - Laurent Pernot
A convergência cada vez maior e mais rápida dos suportes e meios de comunicação, graças às novas tecnologias, tem levado as artes a percorrerem um caminho que ainda não podemos vislumbrar, apenas perceber algumas de suas possibilidades. E assim várias são as discussões que surgem, entre elas, a arte digital e seu lugar dentro das artes plásticas e, cada vez mais, a convergência de arte e ciência através da tecnologia. Todas essas discussões estarão em pauta na SIANA - Semana Internacional de Artes Digitais e Alternativas, que acontece entre 30 de junho e 12 de julho, uma bienal na qual a arte, a ciência e o grande público se encontram e confrontam suas idéias em torno das tecnologias digitais e as formas de arte emergentes.
A arte digital ou arte de computador, como o próprio nome deixa claro, não existe sem a utilização de tecnologia, pois uma de suas principais características é ser produzida em ambiente gráfico computacional, através de processos digitais e virtuais, incluindo experiências com net arte, web arte e vídeo-arte. Existem diversas categorias de arte digital tais como pintura digital, gravura digital, programas de modelação 3D, edição de fotografias e imagens, animação, entre outros, e os resultados podem ser apreciados em impressões em papéis especiais ou no próprio ambiente gráfico computacional, o que a tecnologia permitir. Já é vasta a gama de artistas que utilizam estas técnicas e isso é provado pelas diversas comunidades virtuais voltadas à divulgação da Arte Digital, entre elas, Deviantart e CGsociety.
Em se tratando do modus operandi da arte digital, a tecnologia, esbarramos na fronteira da ciência, e um dos temas da SIANA 2009, porque a relação entre arte e ciência nunca esteve tão próxima, de forma que, atualmente, é impossível dissociar uma da outra. No entanto, essa intercessão é bastante antiga e remonta à pré-história ou ao Renascimento e vai desde a criação de instrumentos para rabiscar a parede até a utilização da câmara escura para a pintura, o que mais tarde daria origem à fotografia.
Já o nascimento da arte digital ocorreu na exposição londrina Cybernetic serendipity, organizada por Max Bense e Jasia Reichardt em 1968, quando se expõe pela primeira vez obras criadas com a ajuda do computador. Mais tarde, nos anos 80, ela aparece através da imagem animada e de terceira dimensão (3D) no cinema. Já nos anos 90 surge aquela que seria a grande novidade da arte digital, a interatividade, através dela o espectador tem a oportunidade de interferir diretamente sob o resultado da obra, o que faz de suas ações parte indissociável do conjunto artístico.

Siana 2009
Falando em exposição, Belo Horizonte é a primeira cidade do mundo a receber uma edição local da Semana Internacional de Artes Digitais e Alternativas (SIANA 2009). Em sua terceira edição, a SIANA 2009 foi iniciada em março em Evry, na França, acontece em terras tupiniquins dentro da programação oficial do Ano da França no Brasil e será encerrada na China em outubro.
O objetivo é exibir e promover a reflexão acerca das tecnologias digitais, seus usos e novas formas de arte, explorando a potencialidade do encontro entre a arte e as tecnologias de informação e comunicação através de dois eixos complementares: artístico e científico. A programação inclui espetáculos, exposições, oficinas e conferências, com participação de artistas e pesquisadores brasileiros e franceses. Todas as atividades serão gratuitas.
Sábado, Junho 27, 2009
Aconteceu: Palestra com Helder Moreira
"Conhecer as novas tecnologias é importante, mas saber a técnica tradicional é essencial" arremata o escultor.
Para conhecer mais o trabalho do artista, acesse seu blog.
Ainda há vagas para o workshop!
Sábado, Junho 20, 2009
Helder Moreira - palestra e workshop
A Casa dos Quadrinhos promove palestra e workshop com o escultor e modelador de personagens, Helder Moreira (Marvel/Bowen Design).Helder é escultor oficial de vários personagens da Marvel. Depois de carreira nos Estados Unidos, retorna a Belo Horizonte para um bate-papo sobre seu trabalho e seu mercado dentro das artes visuais.
Data: 25 de junho, quinta-feira
Horário: 19:00
Local: Unidade II (reserve sua vaga na recepção da Casa)
WORKSHOP com vagas limitadas*.
Data: 04 de julho, sábado
Local: Unidade II (reserve sua vaga na recepção)
* O valor será divulgado na palestra e inclui o material a ser utilizado.



